Privacidade
Arquitetura multi-tenant com segregação lógica: cada cliente enxerga apenas os próprios dados.
Permissões por papel (RBAC) controlam módulos, telas e operações de cada usuário.
Acesso exclusivo por HTTPS/TLS e arquivos em armazenamento privado com links temporários.
Rastreabilidade de ações, minimização de acesso a dados pessoais e portabilidade ao fim do contrato.
O cliente é o controlador dos dados que cadastra (proprietários, CPFs, matrículas, contratos). A PROGEL atua como operadora, tratando-os apenas para prestar o serviço contratado.
Cadastros de proprietários, coproprietários e confrontantes ficam restritos à empresa e aos perfis autorizados, com exportações controladas.
Ações relevantes registram autor e data: aprovações de IA, mudanças de status com justificativa, versões de documentos e minutas.
Os documentos enviados são usados apenas para gerar a sugestão de cadastro do próprio cliente, sempre com aprovação humana.
A plataforma permite localizar, corrigir, exportar e arquivar registros, apoiando o cliente no atendimento a solicitações de titulares.
Ao término do contrato, o cliente recebe seus dados em formatos abertos (CSV, XLSX, JSON) e os arquivos originais, conforme plano de saída.
“Definido na implantação” indica recursos suportados pela arquitetura, configurados conforme o ambiente e as políticas de cada cliente.
Na modalidade SaaS, hospedada em nuvem AWS e acessada por HTTPS/TLS. A topologia detalhada é apresentada em documento de arquitetura. On-premises não é o padrão, mas pode ser avaliado mediante levantamento técnico.
Sim. A infraestrutura em nuvem ajusta capacidade de aplicação, armazenamento e banco de dados conforme usuários e volume de dados crescem.
Sim, exclusivamente, com TLS criptografando todo o tráfego.
Sim, com segregação lógica dos dados por organização e controle de acesso por contexto e perfil. A estratégia de isolamento é detalhada na arquitetura antes do go-live.
Varia conforme módulo, anexos, mapas e relatórios usados. Testes de desempenho podem ser realizados na implantação.
Os requisitos (segregação de rede, firewall, menor privilégio, logs, backup e atualizações) seriam definidos com a TI do cliente. Comunicações externas só com endpoints documentados e aprovados.
Sim. Perfis e permissões (RBAC) controlam módulos, funcionalidades e operações de cada tipo de usuário.
A autenticação suporta federação de identidade com diretórios corporativos, como Microsoft AD. A configuração é definida na implantação.
A arquitetura suporta SSO; a configuração depende do provedor de identidade do cliente.
Sim, suportada pela camada de autenticação. O habilitamento segue a política de acesso do cliente.
APIs, mensageria, ESB, iPaaS, ETL/ELT e EDI são possibilidades. As opções aplicáveis são definidas conforme o caso de uso.
Tempo real (REST, webhooks), batch, assíncrona (filas), síncrona e via arquivo (CSV, XML, JSON, SFTP ou nuvem), conforme o caso de uso.
Não há conector SAP nativo homologado. A integração é viável mediante avaliação técnica e definição de escopo e interfaces.
Levantamento das fontes, regras de validação e aderência ao modelo, com mecanismos de importação (planilhas, APIs ou tratamento manual) e responsabilidades definidos em conjunto.
Sim, é possível atuar na ferramenta de chamados do cliente, conforme acesso e fluxos acordados.
Sim. É projetada conforme os princípios da LGPD, com autenticação, controle de acesso, segregação de dados, rastreabilidade, criptografia em trânsito e medidas técnicas e administrativas de segurança.
Sim. É garantida a exportação dos dados em formatos abertos (CSV, XLSX, JSON) e dos arquivos originais, conforme plano de saída contratual.
Não. Os documentos são processados apenas para gerar sugestões de cadastro ao próprio cliente, com aprovação humana obrigatória.
Versões atuais de Google Chrome e Microsoft Edge (prioritários), além de Firefox e Safari modernos.
Sim, adapta-se a desktop, notebook, tablet e celular.
Além da web responsiva, o App de Campo multiplataforma (Android e iOS) está previsto no escopo; versões mínimas são definidas no go-live.
Sim, com dashboards, indicadores e relatórios exportáveis, que podem ser expandidos conforme requisitos do cliente.
No SaaS, são centralizadas pelo fornecedor, periódicas e controladas, sem ação do cliente.
SaaS pelo período contratual, incluindo direito de uso dos módulos contratados, hospedagem e sustentação.
O suporte está incluso na vigência. Melhorias, customizações e integrações são tratadas por backlog e priorização.
Sim. O backlog evolutivo pode ser conduzido com SCRUM e/ou Kanban.
Requisitos legais aplicáveis são tratados como conformidade e manutenção evolutiva, observando prazos normativos.
Canais, regime de atendimento e matriz de criticidade x SLA são definidos em contrato com cada cliente.
Sim: orientações de uso, guias dentro das telas e, conforme escopo, documentos de arquitetura, topologia e dicionário de dados.